Olá, sou Marina Lautenschlaeger Poltronieri (CRP 06/215332), psicóloga pós-graduanda pela PUC. Meu objetivo é te auxiliar com a Bulimia com Psicoeducação nutricional e Regulação Emocional.
Você sente que, após comer, precisa compensar imediatamente, seja vomitando, usando laxantes ou exercitando-se em excesso.
Você sente que está preso(a) num ciclo de comer muito e, depois, purgar, sem conseguir encontrar uma saída.
Você sente culpa profunda e arrependimento, como se cada mordida fosse um erro imperdoável.
Você sente vergonha de si mesmo(a) e prefere realizar as purgas em segredo, longe de olhares.
Você sente um alívio temporário ao purgar, mas logo esse alívio dá lugar à ansiedade e ao nojo próprio.
Você sente medo de ganhar peso, mesmo quando sabe que seu corpo precisa de nutrientes.
Você sente que seu valor pessoal está atrelado ao número na balança, e não ao que você é.
Você sente obsessão por alimentos “proibidos”, pensando neles o dia inteiro até sucumbir à compulsão.
Você sente que as purgas são uma forma de lidar com emoções difíceis, como estresse, tristeza ou tédio.
Você sente seu humor oscilar entre irritação, tristeza e alívio, conforme os episódios acontecem.
Você sente que ninguém entende sua luta, e por isso evita falar sobre o que se passa dentro de você.
Se você se reconheceu em alguma dessas frases, saiba que você não está sozinho(a) — e que existe sim um caminho para o tratamento.
Culpa intensa após os episódios de compulsão e purga
Vergonha de expor seus comportamentos e querer escondê-los
Ansiedade constante em relação à comida e ao peso
Nojo de si mesmo(a) depois de vomitar ou usar métodos compensatórios
Alívio temporário ao purgar, seguido de arrependimento profundo
Medo de perder o controle e engordar
Vazio interior que busca preencher por meio do ciclo de comer e purgar
Desespero ao sentir que não consegue escapar desse padrão
Irritabilidade e oscilações de humor intensas
Solidão por sentir que ninguém compreende sua luta
Baixa autoestima ligada à autoimagem e ao peso
Desesperança de que a recuperação seja possível
Eu sou psicóloga e estou aqui para te ajudar a quebrar esses ciclos dolorosos com acolhimento, conhecimento e técnicas baseadas em ciência.
Vamos trabalhar juntos para:
Reconstruir sua relação com a comida e com seu corpo
Resgatar sua autoestima e seu senso de valor
Romper o ciclo da culpa, vergonha e isolamento
Desenvolver estratégias práticas para retomar o controle saudável da sua vida
Você merece viver em paz consigo mesma(o).
E eu estou aqui para te acompanhar nesse caminho.
Se quiser dar o primeiro passo, estou te esperando.
Marina Lautenschlaeger Poltronieri (CRP 06/215332)
Trabalho com horários flexíveis para melhor atender os meus pacientes!
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O atendimento psicológico é um processo colaborativo e confidencial, onde o espaço terapêutico é utilizado para explorar questões emocionais e comportamentais de forma segura e acolhedora.
A abordagem utilizada sempre será aquela que apresentar maior eficácia para a demanda apresentada. O protocolo sempre será contextual e adaptado ao paciente.
As sessões têm uma duração média de 50 minutos e são realizadas semanalmente. No entanto, a frequência pode ser ajustada conforme a evolução do tratamento e as necessidades específicas de cada paciente, permitindo maior flexibilidade para acompanhar o processo terapêutico.
O sigilo e a confidencialidade são princípios éticos fundamentais na prática da psicologia. Todas as informações compartilhadas durante as sessões são rigorosamente protegidas e não serão divulgadas sem o seu consentimento, exceto em situações previstas por lei. Esse compromisso assegura um ambiente seguro e de confiança para o processo terapêutico.
Para respeitar o tempo tanto do paciente quanto do profissional, é solicitada a comunicação de cancelamentos e reagendamentos com, pelo menos, 4 horas de antecedência, evitando assim possíveis cobranças ou transtornos. Detalhes específicos podem ser ajustados no momento do agendamento e contrato terapêutico para maior transparência.
Os resultados da terapia variam de acordo com os desafios e objetivos individuais, além da aderência do paciente para com as intervenções do processo. Mas o processo terapêutico possui um início, meio e fim e visa promover autoconhecimento, desenvolvimento de estratégias e habilidades para lidar com dificuldades emocionais e a melhoria da qualidade de vida. Embora os progressos possam ser graduais, o comprometimento com o tratamento tende a gerar transformações positivas a longo prazo.
O objetivo principal da Terapia Cognitivo Comportamental é transformar o paciente em seu próprio terapeuta através do desenvolvimento da autoeficácia!