Psicóloga para bulimia
Atendimento on-line para adolescentes a partir de 13 anos e mulheres adultas que buscam terapia para bulimia ou para dificuldades com a alimentação e o corpo.
Marina Lautenschlaeger Poltronieri
Psicóloga | CRP 06/215332
Especialização em TCC pela PUCRS
Aprimoranda em Transtornos Alimentares no AMBULIM-USP
Mais de 1.100 atendimentos em transtornos alimentares
Sessões de 50 minutos, exclusivamente on-line.
Terapia para bulimia: quando procurar ajuda
Talvez você esteja procurando uma psicóloga porque percebe episódios de perda de controle ao comer, tentativas de compensar o que comeu ou preocupações com o corpo que ocupam muito espaço no seu dia.
Alguns sinais de que vale conversar com uma profissional:
- Comer grandes quantidades com sensação de perda de controle
- Tentar compensar depois, com vômitos provocados, jejuns, exercício em excesso ou outras formas de restrição e compensação
- Sentir culpa e vergonha, ou esconder o que acontece
- Perceber que peso e aparência pesam muito na forma como você se avalia
- Evitar encontros e refeições com outras pessoas por causa da comida
A bulimia nervosa é um transtorno alimentar marcado por episódios recorrentes de compulsão alimentar, seguidos de comportamentos para compensar o que foi ingerido, e por uma avaliação de si muito ligada ao peso e à forma do corpo. Ela pode acontecer em pessoas de diferentes pesos e, muitas vezes, é vivida em silêncio.
Essas experiências merecem atenção, mas não definem um diagnóstico por si só. No acompanhamento, podemos compreender o que acontece com você sem reduzir sua história a um rótulo.
Se você é mãe ou responsável por uma adolescente, também pode entrar em contato para entender como funciona o atendimento.
Quando a bulimia ocupa espaço demais na vida
A bulimia raramente fica restrita às refeições. Com o tempo, ela costuma tomar tempo, energia e presença.
É comum que apareçam:
- Dias organizados em torno da comida, do peso e de como compensar
- Cansaço de manter tudo em segredo
- Convites recusados e momentos vividos pela metade
- Culpa depois dos episódios e a promessa de que “foi a última vez”
- Dificuldade de se concentrar nos estudos, no trabalho, em relações e eventos sociais, entre outras esferas da vida
Os comportamentos compensatórios também podem afetar a saúde física, e por isso a avaliação médica faz parte do cuidado quando indicada.
Esperar o momento ideal costuma manter o ciclo funcionando. Procurar ajuda é uma forma de interrompê-lo com apoio, e não um sinal de fraqueza.
Tratamento de bulimia: como a psicoterapia pode ajudar
No tratamento de bulimia, a psicoterapia ajuda a compreender o que mantém o ciclo entre restrição, compulsão e compensação e a construir, aos poucos, outras formas de lidar com a comida, o corpo e as emoções.
Trabalho com a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), abordagem que está entre as indicadas em diretrizes internacionais para o cuidado da bulimia nervosa. As sessões têm uma estrutura, com espaço para o que você está vivendo.
Entender o ciclo alimentar
Investigar como pensamentos, emoções, restrição alimentar e tentativas de compensação se relacionam na sua experiência.
Desenvolver habilidades para o cotidiano
Trabalhar formas de lidar com emoções difíceis, regras rígidas sobre alimentação e a importância que peso e aparência assumem na avaliação de si.
Construir o cuidado em conjunto
A psicoterapia faz parte do cuidado com a bulimia e não substitui avaliação médica ou acompanhamento nutricional quando indicados. Para uma referência pública sobre cuidado de transtornos alimentares, consulte a diretriz do NICE sobre transtornos alimentares.
Como é o tratamento de bulimia, etapa por etapa
Cada processo é único, mas a terapia segue um caminho que você conhece desde o início.
1. Compreender
Nas primeiras sessões, conhecemos sua história, sua rotina e como a dificuldade aparece hoje.
2. Mapear o ciclo
Identificamos juntas o que antecede e o que mantém os episódios: pensamentos, emoções, restrição e regras sobre a comida.
3. Experimentar mudanças
Combinamos passos possíveis para o cotidiano e outras formas de lidar com emoções difíceis, sempre respeitando o seu ritmo. Portanto, a psicoterapia se estende para além dos 50 minutos semanais, contemplando apoio e estratégias a serem aplicadas na sua rotina fora das sessões.
4. Sustentar o que foi construído
Revisamos o percurso e preparamos estratégias para os momentos difíceis que possam surgir.
A duração varia de pessoa para pessoa, e não há prazo garantido.
O que a terapia para bulimia busca construir
Em psicoterapia não existem promessas de resultado. Existem objetivos, definidos juntas e revistos ao longo do caminho.
Entre os objetivos mais comuns do acompanhamento estão:
- Entender o que mantém o ciclo, em vez de se culpar por ele
- Ter mais recursos para atravessar emoções difíceis
- Flexibilizar regras rígidas sobre comida e corpo
- Reduzir o espaço que peso e aparência ocupam na forma de se avaliar
- Voltar a estar presente em refeições, encontros e planos
- Estabilização do peso
- Eliminação do padrão caótico da alimentação
- Eliminação dos comportamentos compensatórios inadequados
- Eliminação dos sintomas comórbidos frequentes
- Reorganização da imagem corporal e da percepção corporal
Sua vida vai além da comida e do corpo.
Olá, eu sou a Marina. Psicóloga para bulimia
Sou Marina Lautenschlaeger Poltronieri, psicóloga, CRP 06/215332. Atuo com comportamento alimentar e transtornos alimentares, com prática orientada por evidências e atenção à história de cada mulher. São mais de 1.100 atendimentos em transtornos alimentares.
- Graduação em Psicologia pelo Centro Universitário Claretiano
- Especialização em Terapia Cognitivo-Comportamental pela PUCRS
- Aprimoramento em andamento em Transtornos Alimentares no AMBULIM da USP
Meu trabalho reúne explicações claras, objetivos construídos juntas e atividades entre sessões quando fizerem sentido. Mantenho supervisão clínica quinzenal e formação continuada.
Por que uma psicóloga com foco em transtornos alimentares
Os transtornos alimentares têm particularidades que pedem formação específica: a relação entre restrição e compulsão, a imagem corporal, os cuidados com a saúde e o trabalho em conjunto com outros profissionais. É a esse tema que dedico minha formação e minha prática clínica.
Para quem é a terapia para bulimia on-line
Ser clara sobre o que ofereço também é uma forma de cuidado.
Este atendimento pode ser para você se
- É adolescente a partir de 13 anos ou mulher adulta
- Percebe episódios de compulsão e tentativas de compensar, com ou sem diagnóstico
- Quer compreender o que acontece, e não apenas receber regras
- Busca um acompanhamento com estrutura e participação ativa entre as sessões
- Tem um local reservado e conexão à internet para as sessões
Talvez não seja o mais indicado se
- Você precisa de atendimento presencial ou de urgência
- Há uma situação de risco imediato à saúde, que pede avaliação médica ou serviço de emergência
- Você procura dieta, plano alimentar ou medicação, que são atribuições de nutricionistas e médicas
- Você espera uma solução rápida, sem participação no processo
Em caso de emergência, procure o SAMU (192) ou o pronto-socorro mais próximo. O CVV atende pelo 188.
Terapia para bulimia na adolescência: para mães e responsáveis
Você não precisa ter certeza do que está acontecendo para pedir orientação.
Perceber sinais de bulimia em uma filha costuma trazer medo, culpa e muitas dúvidas. Entender as dificuldades é um passo para procurar cuidado e participar da rede de apoio.
Atendo adolescentes a partir de 13 anos. O primeiro contato é feito por você, e nele explico como funciona o atendimento, como a família participa e como o sigilo da adolescente é preservado.
O que costuma adiar o tratamento de bulimia
É comum adiar a busca por ajuda por motivos como estes. Se algum deles parece seu, vale ler com calma.
“Não sei se o que eu tenho é grave o suficiente.”
Não é preciso chegar a um limite para procurar terapia. Se a relação com a comida e o corpo ocupa espaço demais nos seus dias, isso já é motivo para conversar. Avaliar o que está acontecendo faz parte do trabalho.
“Tenho vergonha de contar o que acontece.”
A vergonha é frequente em quem convive com a bulimia e costuma manter o sofrimento em segredo. Na terapia, você fala no seu ritmo, sem julgamento, e o que é dito é protegido pelo sigilo profissional.
“Já tentei parar sozinha e não consegui.”
Isso não é falta de força de vontade. O ciclo da bulimia se mantém por fatores que podem ser compreendidos e trabalhados, e o acompanhamento existe para olhar para eles com você.
“Não sei se terapia on-line é para mim.”
As sessões acontecem por vídeo, no lugar em que você se sentir mais à vontade, sem deslocamento. A adequação é avaliada individualmente e, se outro tipo de cuidado for indicado, isso é conversado com clareza.
“Não sei se cabe no meu orçamento.”
Os valores estão nesta página, sem surpresas. A frequência pode ser semanal ou quinzenal, combinada conforme sua necessidade e seu orçamento, e há a opção de pacote de 4 sessões.
“Tenho receio de me comprometer antes de entender como funciona.”
O primeiro passo é só uma conversa. Você fala comigo pelo WhatsApp, tira suas dúvidas e só então decide se quer agendar.
Como funciona a terapia para bulimia on-line
O atendimento é individual e exclusivamente on-line, por vídeo. Aqui estão as informações práticas para você decidir com calma, antes de entrar em contato.
O que está incluído no acompanhamento
- Primeira sessão de anamnese para compreender sua história e o que você espera do acompanhamento (elencamos juntas as metas e objetivos do tratamento)
- Sessões com estrutura e espaço para o que você está vivendo
- Resumo ao final de cada sessão, com reflexões e atividades para a semana
- Materiais de psicoeducação quando forem pertinentes: apresentações, relatórios e sugestões de leituras e conteúdos
- Atividades entre as sessões, quando fizerem sentido
- Diálogo com outros profissionais da sua rede de cuidado, quando necessário
- Um espaço de acolhimento e apoio para os momentos entre as sessões. Você poderá entrar em contato pelo WhatsApp sempre que precisar de orientação diante de situações do dia a dia ou desejar compartilhar acontecimentos importantes do seu acompanhamento
Tudo isso faz parte do valor da sessão, sem custo adicional.
Sessões
Cada sessão dura 50 minutos e acontece por vídeo. Você só precisa de um local reservado e de conexão à internet.
Frequência
Semanal ou quinzenal, combinada em conjunto conforme sua necessidade e seu orçamento. Pode ser revista ao longo do processo.
Valores
R$ 200 por sessão.
R$ 700 no pacote de 4 sessões.
Por mês, fica assim:
Quinzenal (2 sessões): R$ 400
Semanal com pacote (4 sessões): R$ 700
Semanal com sessões avulsas (4 sessões): R$ 800
Formas de pagamento
Pix ou cartão de crédito, por meio de um link de pagamento.
Horários
Segunda a sexta-feira, das 7h às 21h. Os horários livres na semana são informados no contato pelo WhatsApp.
Você preenche um breve formulário e segue para o WhatsApp, onde costumo responder rapidamente.
Como começar a terapia para bulimia
Você não precisa ter um diagnóstico nem saber explicar tudo o que está acontecendo para dar o primeiro passo.
Primeiro, tire suas dúvidas
Ao clicar em “Falar com Marina”, você preenche um formulário breve. Depois do envio confirmado, segue para o WhatsApp, onde pode tirar dúvidas sobre o funcionamento e consultar os horários disponíveis.
Depois, combinamos o primeiro encontro
Se o atendimento fizer sentido para você, combinamos os detalhes do agendamento. Na primeira sessão, conversamos sobre sua história, o que trouxe você até aqui e o que espera do acompanhamento.
Você não precisa preparar uma explicação perfeita nem chegar com todas as respostas. Podemos conversar sobre sua rotina, suas relações e sua alimentação, sempre respeitando seus limites.
Quando houver necessidade de outros cuidados, como avaliação médica, nutricional ou psiquiátrica, essa possibilidade é conversada de forma clara.
Ao longo do processo, revisamos o caminho
Construímos objetivos juntas e acompanhamos as dificuldades e mudanças percebidas. Para adolescentes, o contato inicial envolve mães ou responsáveis, com orientação sobre a participação da família e o sigilo.
Dúvidas sobre o tratamento de bulimia.
Preciso ter diagnóstico de bulimia para procurar atendimento?
Não. Você pode procurar atendimento quando a relação com a comida e o corpo traz sofrimento, mesmo sem saber nomear o que acontece. A compreensão da sua demanda faz parte da avaliação profissional.
O atendimento para bulimia pode ser on-line?
Marina atende exclusivamente on-line. A adequação dessa modalidade é avaliada individualmente. Dependendo das necessidades de saúde, pode ser indicado cuidado presencial ou acompanhamento com outros profissionais.
A psicoterapia substitui nutricionista ou médica?
Não. O cuidado com a bulimia pode envolver diferentes profissionais. A psicoterapia trabalha aspectos psicológicos e comportamentais; avaliação médica e cuidado nutricional têm funções próprias.
Qual é a diferença entre bulimia e compulsão alimentar?
Nos dois casos podem acontecer episódios de comer com sensação de perda de controle. Na bulimia nervosa, esses episódios são seguidos de tentativas de compensar o que foi ingerido. A diferenciação faz parte da avaliação profissional, e você não precisa chegar com essa resposta. Se quiser, conheça também o atendimento para compulsão alimentar.
Você atende adolescentes com bulimia?
Sim, a partir de 13 anos. O primeiro contato é feito pela mãe ou responsável, que recebe orientações sobre o funcionamento do atendimento, a participação da família e o sigilo.
Quais são os valores e as formas de pagamento?
A sessão custa R$ 200, e o pacote de 4 sessões, R$ 700. O pagamento é feito por Pix ou cartão de crédito, por link. Atendo de segunda a sexta-feira, das 7h às 21h, e os horários livres são informados no contato pelo WhatsApp.
As sessões são semanais ou quinzenais?
As duas frequências são possíveis. A escolha é feita em conjunto, conforme sua necessidade e seu orçamento, e pode ser revista ao longo do processo.
Em quanto tempo vou melhorar?
Não existe um prazo único nem garantia de resultado. A duração e os objetivos do acompanhamento são discutidos conforme sua história, suas necessidades e a evolução do processo.
Preciso contar detalhes da minha saúde no formulário?
Não. O formulário solicita apenas dados de contato e informações práticas. Você não precisa informar diagnóstico, sintomas ou histórico clínico para iniciar a conversa.
Fale com uma psicóloga para bulimia
Conheça o atendimento e veja se ele faz sentido para você. O primeiro passo é preencher um breve formulário e continuar a conversa comigo pelo WhatsApp.
Este contato não é um canal de urgência ou emergência.
Marina Lautenschlaeger Poltronieri
Psicóloga | CRP 06/215332
Atendimento exclusivamente on-line.